O salário médio no setor do turismo cresce 7,6 % em 2025 e ultrapassa, pela primeira vez, os 22 000 euros por ano
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As empresas perdem até 140 mil milhões de euros em despesas e gestão de viagens devido à falta de controlo ou de uma contabilidade adequada. Um dos maiores desafios que as equipas financeiras enfrentam é otimizar, simplificar e rentabilizar as despesas nas suas empresas.
Assegurar a conformidade com os regulamentos relativos a viagens e despesas é um desafio para as empresas. Com a persistência da incerteza económica e a evolução das formas de trabalho, as empresas enfrentam novos riscos. O incumprimento das políticas empresariais tem consequências: de acordo com a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE), estima-se que 5% das receitas das empresas se perdem todos os anos devido à fraude em geral.
A gestão eficiente das viagens de negócios tornou-se um aspeto crucial para qualquer organização que pretenda otimizar os seus recursos financeiros e manter-se competitiva num mercado globalizado e dinâmico, bem como melhorar a experiência dos seus empregados.
Os gestores de viagens fazem muito mais do que comprar bilhetes de avião para os empregados; asseguram que as viagens são efectuadas de uma forma conveniente, segura e económica. Para tal, têm de comparar e escolher os melhores fornecedores, tendo em conta critérios de sustentabilidade, bem como gerir os orçamentos para cada viagem. Por este motivo, a sua figura é fundamental nas empresas e um fator de sucesso garantido se estas quiserem manter-se competitivas no futuro.
Por serem formados por empresas com diferentes tipos de setores, tamanhos e processos internos, os grupos empresariais possuem características e necessidades específicas, como é o caso da gestão de viagens corporativas. Muitos deles têm um grande número de colaboradores que desenvolvem actividades diversificadas com um elevado nível de mobilidade e deslocações em viagens de negócios.