A crescente complexidade do cenário internacional está a obrigar as empresas a reforçar as suas políticas de proteção do viajante corporativo. Isto ficou patente durante a Conferência Anual International SOS 2026, onde especialistas em segurança, saúde e geopolítica analisaram como as mudanças no equilíbrio global de poder estão a transformar a mobilidade internacional das empresas.
As agências de viagens continuam a acelerar a sua transformação digital e orientam cada vez mais os seus investimentos para a automatização de processos e a otimização da gestão do cliente. É o que reflete a terceira edição do Barómetro Beroni sobre Inovação nas Agências de Viagens, elaborado pela ObservaTUR, que aponta para uma mudança de prioridades no setor para os próximos anos.
Os tempos mínimos de escala nem sempre são suficientes: Madrid e Barcelona aumentam o risco de perder ligações aéreas. Uma análise da AirHelp alerta para o facto de os tempos oficialmente recomendados nem sempre serem suficientes nos grandes hubs internacionais, especialmente em períodos de elevada procura
Há sensações que permanecem na memória muito tempo depois de deixarmos um hotel. Às vezes, é uma vista espetacular, uma cama especialmente confortável ou um pequeno-almoço memorável. Outras vezes, porém, a recordação está associada a algo muito mais difícil de descrever: um aroma.
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Viajar em trabalho já não se resume apenas a reservar um voo e chegar a tempo a uma reunião. O viajante corporativo de hoje precisa de otimizar cada etapa da viagem: gerir despesas, reorganizar agendas em tempo real, dormir melhor após uma mudança de fuso horário, aceder rapidamente a documentos ou encontrar espaços tranquilos o . . .