7 tendências que irão moldar os eventos do próximo ano
American Express Meetings & Events apresentou recentemente o seu “2018 Global Meetings and Events Forecast”, que identifica as principais tendências que irão moldar o sector MICE durante o próximo ano:
American Express Meetings & Events apresentou recentemente o seu “2018 Global Meetings and Events Forecast”, que identifica as principais tendências que irão moldar o sector MICE durante o próximo ano:
American Express Meetings & Events .1.- Tecnologia, para o participante e para o organizador.
Quando se trata de “deixar uma marca” e melhorar a experiência do participante para o participante, a tecnologia está a emergir cada vez mais como uma arma poderosa para transformar o evento numa experiência. A realidade virtual, a inteligência artificial, a utilização de drones e a robótica são algumas das opções que estão a ser cada vez mais incorporadas na conceção e execução de eventos.
As aplicações móveis continuam a ser a ferramenta tecnológica por excelência para reforçar a fidelização, a interação antes, durante e depois do evento e, em geral, para melhorar a experiência do participante.
Entre as vantagens de ter uma aplicação no âmbito de um evento, os profissionais do sector destacam a melhoria do networking e da interação entre os participantes, a melhoria do envolvimento dos participantes, a possibilidade de poder comunicar praticamente em tempo real alterações de última hora ou situações de emergência, bem como a possibilidade de disponibilizar documentação ou reservas ao participante por via eletrónica.
As aplicações estão a tornar-se uma ferramenta essencial para o organizador de reuniões quando se trata de gerir e planear cada um dos elementos envolvidos na organização do evento. Ajuda o organizador a “tomar o pulso” do evento em tempo real através das opiniões e reacções dos participantes.
2.
A crescente preocupação do meeting planner com a segurança está também entre as tendências que marcarão os eventos durante 2018 e que marcarão, sem dúvida, a experiência do participante. A instabilidade política, social e económica em muitos países é um fator a ter em conta na escolha do destino do evento.
50% dos participantes inquiridos na América Central consideram que a segurança é o principal fator que determina a sua escolha de destino, enquanto na Ásia-Pacífico este valor é também de 41%. Na Europa, 33% dos participantes classificam a segurança como a principal prioridade que determina não só a escolha do destino, mas também o meio de transporte, o alojamento ou a escolha das actividades oferecidas aos participantes no destino.
3.- O evento como estratégia.
A maioria dos participantes no estudo concorda que existe um desejo crescente de ter uma estratégia de eventos que esteja totalmente alinhada com os objectivos estratégicos da empresa em questão. Este ponto torna-se um elemento fundamental quando se trata de atribuir orçamentos e alocar recursos humanos e materiais para a conceção e execução de eventos, mas também para estabelecer uma estratégia coerente e consistente que contribua para os objectivos globais da empresa.
No entanto, o estudo também aponta que há um enorme desafio pela frente em termos de empresas que estabelecem uma estratégia de eventos, pois em muitos casos o evento ainda é percebido como um custo, em vez de um investimento que pode impulsionar e apoiar a estratégia global da empresa.
4.- Tempo para avaliar os resultados
A avaliação rigorosa dos resultados dos eventos ainda é muitas vezes uma tarefa inacabada, mas o estudo mostra que as empresas estão a enfatizar cada vez mais a importância de quantificar a eficácia de um evento de alguma forma. A tecnologia torna-se o protagonista neste ponto, pois permite-nos, por exemplo, monitorizar as reacções, opiniões, experiências ou reacções dos participantes em tempo real, convertendo esta enorme quantidade de informação em dados úteis através das possibilidades oferecidas pelo big data.
5.- O poder do “face-to-face”.
Menos de um terço dos participantes no estudo acreditam que os eventos virtuais representarão mais de 10% do número total de eventos que terão lugar durante 2018. De acordo com os profissionais do sector de todas as regiões, as ferramentas tecnológicas, como a videoconferência, podem ser úteis para pequenos eventos internos ou como complemento de um evento presencial. Mas o organizador do evento ainda está ciente de que a experiência "presencial" oferece vantagens, como a qualidade das relações entre os participantes ou as possibilidades de networking, que dificilmente poderiam ser substituídas pelo evento virtual.
6.- Criatividade.
Quando se trata de proporcionar aos participantes uma experiência única e genuína, os eventos estão a tornar-se cada vez mais criativos. Como em qualquer estratégia de comunicação ou marketing, o evento gira cada vez mais em torno de um conceito criativo que permeia todos os elementos envolvidos na celebração do evento, bem como no pré e pós-evento. A maioria dos participantes sugere que o facto de um evento ser criativo é um fator determinante para saber se será um sucesso para os seus participantes.
7.- A “febre” do bem-estar
A crescente preocupação com a saúde e o bem-estar também chegou ao evento. Os participantes no inquérito referem que é cada vez mais comum escolher locais, actividades ou dietas que favoreçam o bem-estar dos participantes e a sua crescente preocupação com a boa forma física e a saúde.