Que elementos podem ajudar o gestor de viagens a posicionar o seu valor na empresa?
IRENE MANRIQUE, Gestora de Viagens e Eventos - Gestora de Viagens no BBVA
O grande desafio dos gestores de viagens é encontrar um equilíbrio entre a eficiência do serviço sem penalizar a sua própria qualidade. A poupança é uma alavanca na gestão quotidiana do gestor de viagens, mas tem de haver uma simetria com o conforto dos viajantes frequentes para que as suas viagens sejam produtivas.
Para desempenhar esta função e para que seja reconhecida na organização da empresa, o reporting é uma parte indispensável. O gestor de viagens tem de estar equipado com ferramentas que lhe permitam manter um controlo eficaz do programa de viagens e detetar eventuais desvios. Também é necessário ter um bom domínio de uma série de indicadores-chave que permitem avaliar os resultados da sua gestão.
Através da informação de gestão, deve informar atempadamente os gestores de despesas sobre o comportamento dos viajantes, detectando áreas de melhoria e propondo as melhores práticas.
Entre as suas funções, o gestor de viagens de negócios tem de antecipar as necessidades dos viajantes e encontrar soluções práticas e simples. Isto tem muito a ver com a tecnologia aplicada às viagens de negócios antes, durante e depois da viagem. O gestor de viagens tem de estar muito atento aos novos desenvolvimentos em aplicações que proporcionam mais independência e economia ao viajante, para além de pouparem tempo e despesas.