A fraude interna nas despesas de deslocação ascende a 700 euros por trabalhador e por ano.

A fraude interna nas despesas de deslocação ascende a 700 euros por trabalhador e por ano.

As fraudes internas por trabalhador ascendem a cerca de 700 euros por ano, menos 3,27% do que no ano anterior, segundo um relatório da Captio. Os casos mais comuns são a transferência de despesas antigas, a justificação de várias despesas com o mesmo recibo e a ultrapassagem do montante máximo autorizado pela empresa.

O relatório “Scope of Internal Fraud in Expense Management in Europe”, elaborado pela Captio, analisa 1,8 milhões de despesas de 9.994 trabalhadores de 130 empresas europeias.

Em termos absolutos, o impacto deste tipo de batota ascende a 53.772 euros por ano, em média, por empresa, e a 699 euros por trabalhador, valor que representa umadiminuição de 3,27% em relação ao ano anterior (723 euros).

Passar despesas antigas, justificar o mesmo bilhete várias vezes ou ultrapassar o montante máximo autorizado são algumas das irregularidades mais comuns nas viagens de negócios.A análise revela que 15% das despesas das pequenas e médias empresas são alegadamente fraudulentas, um aumento de 3% e 1%, respetivamente, em relação aos resultados do ano passado. Nas grandes empresas, no entanto, a fraude desce de 14% para 10%.

  “irregularidades na gestão“n reduzem seriamente a competitividade das empresas  “as e dificultam a tomada de decisões devido à distorção dos dados disponíveis”, afirma Joaquim Segura, CRO e cofundador da Captio. A piora do ambiente de trabalho e os danos à reputação corporativa são outras consequências dessas más práticas.A utilização de software para automatizar e digitalizar a gestão de despesas e a implementação de um quadro regulamentar que defina o que é fraude, estabeleça os diferentes graus de fraude e estabeleça os diferentes níveis de fraude; A utilização de software para automatizar e digitalizar a gestão de despesas e a implementação de um quadro regulamentar que defina o que é fraude, estabeleça os diferentes graus de fraude e estabeleça os diferentes níveis de fraude.O estudo mostra também que as empresas afectam recursos para detetar diferentes tipos de mentores em função das suas necessidades e das suas características específicas. Assim, 83% das empresas analisadas estabeleceram controlos para detetar bilhetes duplicados, 69% verificam a existência de despesas de fim de semana e 66% monitorizam o cumprimento dos limites máximos autorizados por despesa.